Eu, robô

Na vídeo performance ‘Eu robô’, Sara Não Tem Nome realiza ações que desconstroem e ressignificam seu cotidiano, discutindo questões como a objetificação do corpo feminino e a relação corpo-máquina. As performances são baseadas em poemas de seu livro homônimo, em que um software reconfigura os escritos que Sara publicou em seu Facebook. O livro traz a discussão sobre autoria e algoritmo, com uma faceta de poesia dadaísta nonsense.


video performance sara não tem nome
câmera randolpho lamonier
edição sara não tem nome / victor galvão
audio pedro veneroso / sara não tem nome

bh - mg / 2017

https://www.youtube.com/watch?v=VceiaWPOliY&t=5s